RELATÓRIO GLOBAL: Covid-19 domina o mundo apesar da flexibilização do bloqueio na Europa
A Europa flexibilização do bloqueio na Europa Veja mais informações.
Covid-19 domina o mundo apesar da flexibilização do bloqueio na Europa.
A pandemia de coronavírus continuou dominando grande parte do mundo na terça-feira, com o aumento de casos da Índia para a África do Sul e o Brasil ultrapassando o Reino Unido, tornando-se o país com o terceiro maior número de infecções confirmadas.
Os EUA, a Rússia e o Brasil agora estão no topo da tabela internacional para casos confirmados, seguidos pelo Reino Unido, Espanha e Itália. O Brasil registrou mais de 250.000 infecções, apesar dos testes limitados. Os funcionários do hospital dizem que mais de 85% dos leitos de terapia intensiva nos estados do Rio de Janeiro e São Paulo estão cheios.
O Brasil responde por mais casos do que qualquer outro país da América Latina, com mais de 480.000 casos e 31.000 mortos. O presidente de extrema direita do Brasil, Jair Bolsonaro, desprezou as regras físicas de distanciamento e pediu academias, salões de beleza e outros negócios para reabrir.
Dois ministros da saúde de Bolsanaro renunciaram em um mês depois de brigar com o presidente. Segundo pesquisas de opinião, cerca de dois terços dos brasileiros concordam com quarentenas e apóiam as medidas de saúde pública introduzidas pelos governadores regionais para diminuir a propagação da doença.
Segundo a Universidade Johns Hopkins, os casos globais já ultrapassaram 4,8 milhões. O número de mortos é de 318.534. A Índia superou 100.000 casos. O Irã - que teve uma queda em abril - viu as infecções aumentarem em maio.
O ministro das Relações Exteriores, Jean-Yves Le Drian, disse que qualquer mudança seria baseada em um acordo recíproco com os vizinhos da França.
"Acho que, progressivamente, a partir de 15 de junho, podemos chegar a um alívio geral (de restrições), pelo menos é o que espero", disse Le Drian à rádio francesa. Le Drian disse que, na quarta-feira, os franceses que retornam de fora da UE seriam solicitados a se colocar em quarentena por duas semanas, mas acrescentou que isso seria "voluntário".
Covid-19 domina o mundo apesar da flexibilização do bloqueio na Europa.
A pandemia de coronavírus continuou dominando grande parte do mundo na terça-feira, com o aumento de casos da Índia para a África do Sul e o Brasil ultrapassando o Reino Unido, tornando-se o país com o terceiro maior número de infecções confirmadas.
Os EUA, a Rússia e o Brasil agora estão no topo da tabela internacional para casos confirmados, seguidos pelo Reino Unido, Espanha e Itália. O Brasil registrou mais de 250.000 infecções, apesar dos testes limitados. Os funcionários do hospital dizem que mais de 85% dos leitos de terapia intensiva nos estados do Rio de Janeiro e São Paulo estão cheios.
O Brasil responde por mais casos do que qualquer outro país da América Latina, com mais de 480.000 casos e 31.000 mortos. O presidente de extrema direita do Brasil, Jair Bolsonaro, desprezou as regras físicas de distanciamento e pediu academias, salões de beleza e outros negócios para reabrir.
Dois ministros da saúde de Bolsanaro renunciaram em um mês depois de brigar com o presidente. Segundo pesquisas de opinião, cerca de dois terços dos brasileiros concordam com quarentenas e apóiam as medidas de saúde pública introduzidas pelos governadores regionais para diminuir a propagação da doença.
Segundo a Universidade Johns Hopkins, os casos globais já ultrapassaram 4,8 milhões. O número de mortos é de 318.534. A Índia superou 100.000 casos. O Irã - que teve uma queda em abril - viu as infecções aumentarem em maio.
O ministro das Relações Exteriores, Jean-Yves Le Drian, disse que qualquer mudança seria baseada em um acordo recíproco com os vizinhos da França.
"Acho que, progressivamente, a partir de 15 de junho, podemos chegar a um alívio geral (de restrições), pelo menos é o que espero", disse Le Drian à rádio francesa. Le Drian disse que, na quarta-feira, os franceses que retornam de fora da UE seriam solicitados a se colocar em quarentena por duas semanas, mas acrescentou que isso seria "voluntário".
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